Muita gente associa manutenção corretiva à parada total do equipamento. Na realidade, ela pode ocorrer antes, quando surgem os primeiros sinais de que algo não vai bem. Saber distinguir os dois cenários ajuda a decidir melhor e a gastar menos.
Corretiva planejada (programada)
É realizada quando há uma falha potencial, isto é, uma falha recente, ainda em estágio inicial. A bateria continua funcionando, mas há indícios de que algo está errado. Um exemplo clássico é a queda de desempenho do equipamento que utiliza a bateria.

Corretiva não planejada (emergencial)
É a corretiva clássica, realizada quando já houve falha funcional: a bateria ou o equipamento não conseguem mais desempenhar sua função. Costuma ser a mais cara, porque combina o custo do reparo com o da parada.
Sinais que pedem atenção
- Queda de desempenho do equipamento durante o turno;
- Redução perceptível de produtividade;
- Autonomia menor do que a habitual;
- Qualquer comportamento diferente do padrão da bateria.
A Fragmentum trabalha com transparência: o cliente recebe orçamento claro e detalhado, com tempo e custo do serviço, e também é informado quando a melhor opção é a substituição por um produto novo.
Conclusão
A melhor corretiva é a que acontece antes da pane. Combinar manutenção preventiva a cada 90 dias com atenção aos primeiros sinais de queda de desempenho reduz o número de intervenções emergenciais.
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