Manutenção

Manutenção corretiva de baterias: planejada ou emergencial?

2 min de leitura
Técnico realizando medição em bateria tracionária

Muita gente associa manutenção corretiva à parada total do equipamento. Na realidade, ela pode ocorrer antes, quando surgem os primeiros sinais de que algo não vai bem. Saber distinguir os dois cenários ajuda a decidir melhor e a gastar menos.

Corretiva planejada (programada)

É realizada quando há uma falha potencial, isto é, uma falha recente, ainda em estágio inicial. A bateria continua funcionando, mas há indícios de que algo está errado. Um exemplo clássico é a queda de desempenho do equipamento que utiliza a bateria.

Baterias tracionárias Fragmentum abertas para avaliação técnica

Corretiva não planejada (emergencial)

É a corretiva clássica, realizada quando já houve falha funcional: a bateria ou o equipamento não conseguem mais desempenhar sua função. Costuma ser a mais cara, porque combina o custo do reparo com o da parada.

Sinais que pedem atenção

  • Queda de desempenho do equipamento durante o turno;
  • Redução perceptível de produtividade;
  • Autonomia menor do que a habitual;
  • Qualquer comportamento diferente do padrão da bateria.
Reparar ou substituir?

A Fragmentum trabalha com transparência: o cliente recebe orçamento claro e detalhado, com tempo e custo do serviço, e também é informado quando a melhor opção é a substituição por um produto novo.

Conclusão

A melhor corretiva é a que acontece antes da pane. Combinar manutenção preventiva a cada 90 dias com atenção aos primeiros sinais de queda de desempenho reduz o número de intervenções emergenciais.

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